{"id":2716,"date":"2026-05-06T10:50:52","date_gmt":"2026-05-06T13:50:52","guid":{"rendered":"https:\/\/nacuia.org\/?p=2716"},"modified":"2026-05-06T11:08:06","modified_gmt":"2026-05-06T14:08:06","slug":"expedicao-percorre-comunidades-tradicionais-do-para-com-protagonismo-feminino-e-turismo-de-base-comunitaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nacuia.org\/pt_br\/expedicao-percorre-comunidades-tradicionais-do-para-com-protagonismo-feminino-e-turismo-de-base-comunitaria\/","title":{"rendered":"Expedi\u00e7\u00e3o percorre comunidades tradicionais do Par\u00e1 com protagonismo feminino e turismo de base comunit\u00e1ria"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2716\" class=\"elementor elementor-2716\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d928bc6 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"d928bc6\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b15ab42 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b15ab42\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Expedi\u00e7\u00e3o percorre comunidades tradicionais do Par\u00e1 com protagonismo feminino e turismo de base comunit\u00e1ria\n\n<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-882f1f6 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"882f1f6\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1fd5f28 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1fd5f28\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><em>Na contram\u00e3o do turismo predat\u00f3rio, seis comunidades amaz\u00f4nicas constroem uma sa\u00edda pr\u00f3pria sob lideran\u00e7a das mulheres.<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-50f6258 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"50f6258\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1162443 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1162443\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O projeto Quase Nativa &#8211; Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Paraense \u00e9 uma iniciativa de turismo de base comunit\u00e1ria e de experi\u00eancia que articula uma rede de comunidades locais majoritariamente lideradas por mulheres nas ilhas, quilombos e praias da Amaz\u00f4nia paraense. Com presen\u00e7a em Soure, Pesqueiro, Quilombo de Mangueiras, Cotijuba e Algodoal, o projeto une preserva\u00e7\u00e3o ambiental, gera\u00e7\u00e3o de renda para mulheres negras, ribeirinhas e perif\u00e9ricas e troca cultural horizontalizada.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>A proposta \u00e9 clara: turismo como ferramenta de preserva\u00e7\u00e3o, n\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o. A iniciativa enxerga na articula\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria uma estrat\u00e9gia concreta para um turismo mais consciente: quem chega se hospeda na casa de moradores do pr\u00f3prio territ\u00f3rio, aprende com quem sabe e respeita o que encontra.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>H\u00e1 quatro anos, o projeto Quase Nativa percorre os caminhos n\u00e3o convencionais dos rios da Amaz\u00f4nia paraense, resistindo \u00e0 l\u00f3gica do turismo massivo e construindo um trajeto comunit\u00e1rio. Ao longo desse tempo, foram se articulando em rede com comunidades locais, apostando na coopera\u00e7\u00e3o e no turismo regenerativo, n\u00e3o extrativista: uma pr\u00e1tica que devolve ao territ\u00f3rio mais do que retira, que fortalece modos de vida em vez de consumi-los.<\/p><p>\u00a0<\/p><figure id=\"attachment_2719\" aria-describedby=\"caption-attachment-2719\" style=\"width: 480px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2719\" src=\"https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Quase-Nativa-_Amazonia_instagram-2-2_Feed_p1-240x300.png\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Quase-Nativa-_Amazonia_instagram-2-2_Feed_p1-240x300.png 240w, https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Quase-Nativa-_Amazonia_instagram-2-2_Feed_p1-819x1024.png 819w, https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Quase-Nativa-_Amazonia_instagram-2-2_Feed_p1-768x960.png 768w, https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Quase-Nativa-_Amazonia_instagram-2-2_Feed_p1-10x12.png 10w, https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Quase-Nativa-_Amazonia_instagram-2-2_Feed_p1.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2719\" class=\"wp-caption-text\">Identidade visual da &#8220;Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Paraense&#8221;.<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>A pr\u00f3xima expedi\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem data e roteiro confirmados. De 9 a 14 de novembro, o grupo percorrer\u00e1 a Ilha do Maraj\u00f3, com passagens por Bel\u00e9m e a Ilha de Cotijuba. Ser\u00e3o seis dias vivenciando um peda\u00e7o da Amaz\u00f4nia paraense com quem \u00e9 de l\u00e1 e compartilha sua cultura. A programa\u00e7\u00e3o inclui, entre muitas experi\u00eancias locais, o carimb\u00f3, tacac\u00e1, banho de cheiro, plantio de mudas, troca de saberes e rodas de conversa ao redor da fogueira. As vagas s\u00e3o limitadas.<\/p><p>\u00a0<\/p><h5>Mulheres amaz\u00f4nicas anfitri\u00e3s de viv\u00eancias<\/h5><p>A for\u00e7a motriz do projeto s\u00e3o as mulheres que habitam e guardam esses territ\u00f3rios. Elas s\u00e3o anfitri\u00e3s, instrutoras, lideran\u00e7as e protagonistas dos roteiros e das suas comunidades. J\u00falia Le\u00e3o Monteiro, viajante, mulher preta e uma das idealizadoras do projeto, explica a origem e o prop\u00f3sito da expedi\u00e7\u00e3o: &#8220;A Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Paraense surge dessas viv\u00eancias de viagem, dentro do Par\u00e1, fora do Par\u00e1, viagens internacionais, muitas delas mochilando e conhecendo outras mulheres viajando. A gente foi se especializando nessa \u00e1rea, de forma mais profissional, mas sem perder a divers\u00e3o que tamb\u00e9m faz parte. O objetivo \u00e9 entender esse territ\u00f3rio e trabalhar o turismo de uma forma que respeite as identidades, as ra\u00edzes, as hist\u00f3rias de quem est\u00e1 aqui. A gente tamb\u00e9m percebeu que havia muitos homens como protagonistas dentro do turismo e poucas mulheres. Ent\u00e3o ocupar esse espa\u00e7o \u00e9 fundamental, \u00e9 importante. E girar essa renda entre mulheres negras, entre mulheres perif\u00e9ricas.&#8221;<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Fabr\u00edcia Marques, instrutora de carimb\u00f3 e lundu marajoara e anfitri\u00e3 da rede em Soure, fala sobre o impacto concreto do projeto em sua vida: &#8220;Me dando oportunidade de trabalho, de renda e de poder mostrar para as pessoas que venham conhecer os lugares, a cultura e viv\u00eancias que s\u00f3 o Maraj\u00f3 tem. Assim posso ajudar minha m\u00e3e e ter condi\u00e7\u00f5es de comprar minhas coisas, sem ficar dependente de algu\u00e9m.&#8221;<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Noemi Barbosa, lideran\u00e7a do movimento quilombola da Comunidade Quilombola de Mangueiras, munic\u00edpio de Salvaterra, no Maraj\u00f3, resume o princ\u00edpio fundamental da rede: &#8220;O mais importante \u00e9 que as pessoas que venham visitar o nosso territ\u00f3rio respeitem a nossa hist\u00f3ria, nossas lendas, nossos contos. A gente conta o que nossos antepassados contaram, e \u00e9 atrav\u00e9s dessa oralidade que vai passando de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Muitas vezes quem vem n\u00e3o acredita em lendas. Mas quem n\u00e3o acredita, que n\u00e3o critique. O respeito \u00e9 o que n\u00e3o pode faltar: respeito \u00e0 nossa cultura, \u00e0 nossa vida, ao nosso modo de vida.&#8221;<\/p><p>\u00a0<\/p><h5>Parceria e potencializa\u00e7\u00e3o<\/h5><p>O projeto Quase Nativa &#8211; Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Paraense est\u00e1 sendo potencializado por meio de uma parceria com o SER, por meio da Chamada P\u00fablica Aip\u00ea \u2014 Alian\u00e7a pela Inclus\u00e3o Produtiva. A iniciativa conta com o apoio de parceiros fundadores: BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social), Funda\u00e7\u00e3o Arymax, Funda\u00e7\u00e3o Tide Setubal, Instituto Humanize, Instituto HEINEKEN, Instituto Votorantim e Santander.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Os apoios institucionais s\u00e3o essenciais para garantir a viabilidade do projeto. Al\u00e9m de viabilizar a realiza\u00e7\u00e3o das expedi\u00e7\u00f5es, os parceiros oferecem \u00e0s anfitri\u00e3s e equipes forma\u00e7\u00f5es em turismo e ingl\u00eas, ampliando as possibilidades de atua\u00e7\u00e3o profissional das mulheres da rede.<\/p><p>\u00a0<\/p><h5>Sobre o projeto<\/h5><p>Quase Nativa \u2014 Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Paraense \u00e9 um projeto de turismo de base comunit\u00e1ria e de experi\u00eancia que atua em rede com comunidades tradicionais da Amaz\u00f4nia paraense. Com foco no protagonismo feminino, na valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes tradicionais como tecnologia de futuro e no turismo regenerativo como ferramenta de preserva\u00e7\u00e3o ambiental e cultural, a iniciativa trabalha com lideran\u00e7as locais para o mapeamento de iniciativas, o desenvolvimento de roteiros e a realiza\u00e7\u00e3o de expedi\u00e7\u00f5es que colocam as comunidades no centro.<\/p><p>\u00a0<\/p><h6>Acompanhe o projeto<\/h6><p>Instagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/quasenativa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@quasenativa<\/a><br \/>Site: <a href=\"https:\/\/quasenativa.carrd.co\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/quasenativa.carrd.co<\/a><\/p><p>\u00a0<\/p><h6>Texto:<\/h6><p><em>Tain\u00e1 Barral, Na Cuia.<\/em><\/p><p>\u00a0<\/p><p>\u00a0<\/p><p>\u00a0<\/p><p>\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Expedi\u00e7\u00e3o percorre comunidades tradicionais do Par\u00e1 com protagonismo feminino e turismo de base comunit\u00e1ria Na contram\u00e3o do turismo predat\u00f3rio, seis comunidades amaz\u00f4nicas constroem uma sa\u00edda pr\u00f3pria sob lideran\u00e7a das mulheres. 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