{"id":2203,"date":"2026-01-22T19:12:38","date_gmt":"2026-01-22T22:12:38","guid":{"rendered":"https:\/\/nacuia.org\/?p=2203"},"modified":"2026-03-22T13:30:25","modified_gmt":"2026-03-22T16:30:25","slug":"linguagem-como-resistencia-o-bajuba-e-as-guerrilhas-linguisticas-translgb-no-mes-do-orgulho-trans","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nacuia.org\/pt_br\/linguagem-como-resistencia-o-bajuba-e-as-guerrilhas-linguisticas-translgb-no-mes-do-orgulho-trans\/","title":{"rendered":"Linguagem como resist\u00eancia: o Bajub\u00e1 e as guerrilhas lingu\u00edsticas TransLGB no M\u00eas do Orgulho Trans"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2203\" class=\"elementor elementor-2203\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-755a9ad e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"755a9ad\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e6e8824 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e6e8824\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Linguagem como resist\u00eancia: o Bajub\u00e1 e as guerrilhas lingu\u00edsticas TransLGB no M\u00eas do Orgulho Trans\n<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-eccdd50 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"eccdd50\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-95afd81 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"95afd81\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Janeiro \u00e9 reconhecido como o M\u00eas do Orgulho Trans, um per\u00edodo dedicado a dar visibilidade \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 luta da popula\u00e7\u00e3o trans e travesti no Brasil &#8211; pa\u00eds que ainda lidera os \u00edndices de viol\u00eancia contra essa popula\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de atos e manifesta\u00e7\u00f5es, a linguagem tamb\u00e9m \u00e9 uma importante ferramenta de resist\u00eancia para a popula\u00e7\u00e3o transg\u00eanera, com a cria\u00e7\u00e3o de c\u00f3digos e palavras que historicamente garantiram sobreviv\u00eancia e pertencimento. \u00c9 a partir dessa perspectiva que a multiartista Shayra Brotero desenvolveu a pesquisa \u201cGuerrilhas de Linguagem TransLGB\u201d, lan\u00e7ando luz sobre o Bajub\u00e1, um repert\u00f3rio lingu\u00edstico criado e sustentado por corpos dissidentes como estrat\u00e9gia de resist\u00eancia, prote\u00e7\u00e3o e enfrentamento.<\/p><p>\u00a0<\/p><h6>O que \u00e9 o Bajub\u00e1<\/h6><p>Conhecido popularmente como o dialeto LGBTQIAPN+, o Bajub\u00e1 (ou pajub\u00e1) tem sido cada vez mais incorporado ao vocabul\u00e1rio dos brasileiros, principalmente por meio das redes sociais. Termos como acu\u00e9, amap\u00f4, babado e picum\u00e3 j\u00e1 circulam amplamente no cotidiano. No entanto, mais do que g\u00edria ou bord\u00e3o, o bajub\u00e1 \u00e9 uma linguagem codificada criada por travestis, mulheres trans e gays afeminados em contexto de marginaliza\u00e7\u00e3o, para proteger, reconhecer e afirmar essas exist\u00eancias em um pa\u00eds historicamente violento com corpos dissidentes.<\/p><p>Sua origem vem da fus\u00e3o de palavras da l\u00edngua portuguesa com termos extra\u00eddos dos grupos \u00e9tnico-lingu\u00edsticos africanos, como nag\u00f4 e iorub\u00e1, que chegaram ao Brasil por meio dos africanos escravizados da \u00c1frica Ocidental, e reproduzidos nas pr\u00e1ticas de religi\u00f5es afro-brasileiras. Hoje o bajub\u00e1 \u00e9 s\u00edmbolo de identidade e de ancestralidade.<\/p><p>\u00a0<\/p><h6>\u201cGuerrilhas de Linguagem TransLGB\u201d<\/h6><p>A pesquisa desenvolvida por Shayra Brotero, investiga como esse repert\u00f3rio lingu\u00edstico foi, e segue sendo, uma ferramenta de afirma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria e de enfrentamento \u00e0 marginaliza\u00e7\u00e3o de pessoas trans e LGB (l\u00e9sbicas, gays e bissexuais) no Brasil. Segundo a autora, embora o bajub\u00e1 tenha se popularizado para al\u00e9m da comunidade, pessoas LGBTQIAPN+ continuam criando neologismos e novas express\u00f5es ancoradas nessa linguagem, elaborando c\u00f3digos pr\u00f3prios que garantem uma comunica\u00e7\u00e3o mais seletiva e preservam seu car\u00e1ter de reconhecimento e prote\u00e7\u00e3o entre pares.<\/p><p><em>\u201cAs meninas que ainda est\u00e3o nas ruas trabalhando com a prostitui\u00e7\u00e3o t\u00eam um uso ainda mais ass\u00edduo do bajub\u00e1, tendo esse dialeto uma for\u00e7a sem igual quando se trata de resist\u00eancia, prote\u00e7\u00e3o e criatividade. De modo geral, o Bajub\u00e1, bem como as demais linguagens de guerrilha TransLGB, \u00e9 a grande for\u00e7a materializada em palavras que nossas travas ancestrais trouxeram ao nosso universo e que hoje ganha as casas, as comunidades e est\u00e1 na boca do povo apesar de ser o pa\u00eds que mais mata pessoas LGBTQIAPN+\u201d<\/em>, afirma Shayra.<\/p><p>\u00a0<\/p><h6><strong>Linguagem viva e produ\u00e7\u00e3o de conhecimento<\/strong><\/h6><p>De acordo com a autora, al\u00e9m do registro hist\u00f3rico, o trabalho mapeia novos fen\u00f4menos lingu\u00edsticos que expressam a contemporaneidade e a efervesc\u00eancia das chamadas linguagens de guerrilha TransLGB. O trabalho tamb\u00e9m visa ampliar a circula\u00e7\u00e3o e a legitima\u00e7\u00e3o desses repert\u00f3rios no campo acad\u00eamico: \u201cUm dos objetivos \u00e9 emancipar essas linguagens entre as nossas e fazer com que as gatas que adentrem a academia encontrem pesquisas que ajudem a compreender nossos fen\u00f4menos, evidenciando o quanto a nossa mente \u00e9 criativa e sagaz e como a l\u00edngua \u00e9 viva. A ideia \u00e9 que com essa pesquisa, assim como outras que tratam do mesmo assunto, possam fundamentar futuras pesquisas e a cria\u00e7\u00e3o de novos fen\u00f4menos lingu\u00edsticos\u201d, pontua.<\/p><p>\u00a0<\/p><h6>Da viv\u00eancia \u00e0 pesquisa acad\u00eamica<\/h6><p>O interesse de Shayra pelo bajub\u00e1 teve origem ainda na inf\u00e2ncia, a partir da conviv\u00eancia com pessoas trans e travestis, cuja forma particular de se comunicarem despertava curiosidade pelo uso de c\u00f3digos que n\u00e3o eram facilmente compreendidos por quem estava ao redor. Esse interesse se intensificou em 2015, quando ela ingressou no curso de Letras e passou a discutir o tema de forma mais sistem\u00e1tica, especialmente em di\u00e1logo com colegas LGBTQIAPN+.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Outro marco importante para o aprofundamento da pesquisa foi a influ\u00eancia da artista Linn da Quebrada, especialmente com o lan\u00e7amento do \u00e1lbum &#8220;Trava L\u00ednguas&#8221;, considerado um trabalho fundamental para a arte trans no Brasil e um resgate das ra\u00edzes das chamadas linguagens de guerrilha TransLGB. No disco, Linn evidencia o bajub\u00e1 como uma linguagem de conex\u00e3o e alerta coletivo, articulada \u00e0s experi\u00eancias cotidianas e \u00e0s viol\u00eancias que atravessam essas exist\u00eancias.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>A investiga\u00e7\u00e3o acad\u00eamica da pesquisa come\u00e7ou como um trabalho para uma disciplina de Lingu\u00edstica, no qual Shayra analisou uma das m\u00fasicas do \u00e1lbum, e posteriormente se expandiu, dando origem a um estudo mais amplo sobre o bajub\u00e1 e outros fen\u00f4menos lingu\u00edsticos que comp\u00f5em as linguagens de guerrilha TransLGB.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>O aprofundamento do estudo ocorreu durante o per\u00edodo da pandemia, quando a autora passou a adotar a entrevista como principal m\u00e9todo de investiga\u00e7\u00e3o. A primeira conversa foi realizada com Ver\u00f4nica Valentino, que teve papel central na consolida\u00e7\u00e3o do trabalho, inclusive ao nomear a pesquisa como \u201cLinguagens de Guerrilha TransLGB\u201d, ao reconhecer que essas linguagens s\u00e3o criadas sobretudo por travestis e extrapolam o bajub\u00e1, incorporando sufixos, neologismos e elementos de outras l\u00ednguas. Em um segundo momento, Shayra entrevistou Jovana Baby, considerada uma das precursoras do bajub\u00e1, sua contribui\u00e7\u00e3o foi fundamental para compreender a trajet\u00f3ria hist\u00f3rica dessas linguagens e para o aprofundamento te\u00f3rico da pesquisa.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>O artigo que sintetiza o estudo foi desenvolvido a partir de uma entrevista que Shayra concedeu ao Instituto Tomie Ohtake e se apoia tamb\u00e9m no conceito de escreviv\u00eancia, m\u00e9todo de autoescrita proposto por Concei\u00e7\u00e3o Evaristo. Ao todo, tr\u00eas entrevistas realizadas em per\u00edodos distintos estruturam o trabalho, conduzidas de maneira org\u00e2nica e articuladas \u00e0 viv\u00eancia da pr\u00f3pria pesquisadora.<\/p><p>\u00a0<\/p><figure id=\"attachment_2206\" aria-describedby=\"caption-attachment-2206\" style=\"width: 227px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2206 size-medium\" src=\"https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-21-at-12.20.09-227x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"227\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-21-at-12.20.09-227x300.jpeg 227w, https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-21-at-12.20.09-9x12.jpeg 9w, https:\/\/nacuia.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-21-at-12.20.09.jpeg 604w\" sizes=\"(max-width: 227px) 100vw, 227px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2206\" class=\"wp-caption-text\">Capa do volume &#8220;Palavra: caderno-ensaio 2\u201d<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>A pesquisa \u201cGuerrilhas de Linguagem TransLGB\u201d integra o livro \u201cPalavra: caderno-ensaio 2\u201d, publicado pela editora <a href=\"https:\/\/www.lojatomie.org.br\/palavra-caderno-ensaio-2\">Instituto Tomie Ohtake<\/a>. O volume foi vencedor do Pr\u00eamio Jabuti 2025, na categoria Projeto Gr\u00e1fico, e re\u00fane textos de autores renomados da literatura, das artes e do pensamento contempor\u00e2neo, como Ailton Krenak, Carlos Drummond de Andrade, Mira Schendel, Castiel Vitorino Brasileiro, Drik Barbosa, entre outros nomes de destaque da cena cultural brasileira.<\/p><p>\u00a0<\/p><h6>Quem \u00e9 Shayra Brotero<\/h6><p>Licenciada em Letras L\u00edngua Portuguesa pelo Instituto Federal do Par\u00e1 (IFPA), possui pesquisas contundentes sobre as linguagens de guerrilha TransLGB e sobre o protagonismo preto nas poesias de Bruno de Menezes na d\u00e9cada de 1930. Integrante do movimento de vanguarda art\u00edstica As Themonias. Shayra sempre foi autodidata, se tornando uma potente multiartista na cidade de Bel\u00e9m com produ\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais na performance, na discotecagem e no visagismo, somando 10 anos de carreira como Shayra Brotero e mais de 18 anos produzindo arte em diversos segmentos. Atualmente possui o cargo de Coordenadora do N\u00facleo de Cultura da Coopera\u00e7\u00e3o da Juventude Amaz\u00f4nida para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel- Cojovem.<\/p><h6>\u00a0<\/h6><h6>Janeiro: M\u00eas de mem\u00f3ria e enfrentamento<\/h6><p>Tamb\u00e9m conhecido como Janeiro Lil\u00e1s, o M\u00eas do Orgulho Trans tem origem em 29 de janeiro de 2004, quando o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade lan\u00e7ou, no Congresso Nacional, a campanha \u201cTravesti e Respeito\u201d, com o apoio de lideran\u00e7as do movimento pelos direitos das pessoas trans. A data tornou-se um marco no enfrentamento \u00e0 transfobia no Brasil e passou a ser reconhecida como o Dia Nacional da Visibilidade Trans.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Apesar desse avan\u00e7o simb\u00f3lico, dados recentes evidenciam a perman\u00eancia da viol\u00eancia contra essa popula\u00e7\u00e3o. Segundo o \u00faltimo <a href=\"https:\/\/antrabrasil.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/dossie-antra-2025.pdf\">dossi\u00ea da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (Antra)<\/a>, referente ao ano de 2024, o Brasil manteve-se, pelo 16\u00ba ano consecutivo, como o pa\u00eds que mais mata pessoas trans e travestis no mundo, com o registro de 122 assassinatos.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Diante desse cen\u00e1rio, o Janeiro Lil\u00e1s busca promover reflex\u00f5es sobre a import\u00e2ncia da visibilidade de pessoas transg\u00eanero no pa\u00eds, destacando a necessidade de ampliar a representatividade e fortalecer a luta pelo acesso \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de trabalho e renda dignos, al\u00e9m do enfrentamento ao preconceito e \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><em>Reda\u00e7\u00e3o:<\/em> L\u00edrio Moraes, Na Cuia.<\/p><p><em>Capa:<\/em> Luezley Sol, Na Cuia.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d0c418 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"1d0c418\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Linguagem como resist\u00eancia: o Bajub\u00e1 e as guerrilhas lingu\u00edsticas TransLGB no M\u00eas do Orgulho Trans Janeiro \u00e9 reconhecido como o M\u00eas do Orgulho Trans, um per\u00edodo dedicado a dar visibilidade \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 luta da popula\u00e7\u00e3o trans e travesti no Brasil &#8211; pa\u00eds que ainda lidera os \u00edndices de viol\u00eancia contra essa popula\u00e7\u00e3o. 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